2012: um ano pouco vazio muito cheio

Olá

No primeiro post da retrospectiva acho que foquei em conversar sobre experiências de maneira mais superficial. Toda vez que finalizamos um ano é impossível não ter aquele sentimento de tristeza, misturado á ansiedade, um toque de saudosismo e uma pitada de esperança.

Cada um dos sentimentos é combinado aos nossos anseios, de melhorar algo que nos perturba, de atingir objetivos, de alçar novos horizontes, enfim, cada um possui algo que o motiva. Nem tão extraordinário, mas significante, são as diferentes sensações que nos são provocadas. Ás vezes tem-se a sensação “do vazio”, e na verdade, pode ser por estar cheio de nada, mas ás vezes até “no nada”, respostas são encontradas.

Sinceramente não sei ao certo quais sentimentos descrevem meu adeus á mais um ano de vida. Seguramente sei que algumas coisas ainda me incomodam, mas ao mesmo tempo eu tenho consciência que tudo acontece ao seu tempo e, se ainda não “finalizei” essa jornada é por que faltam algumas “tarefas” a serem completadas.

Se bem que toda jornada tem muitos desafios, alegrias, emoções, muitas vezes prazerosas, outras um tanto quanto dolorosas. Minha jornada final foi me despedir de uma cidade, onde vivi por muitos anos e conheci pessoas maravilhosas (outras nem tanto, mas é só ignorar esse povo poc poc).

Feliz 2013!

De certa maneira ao se despedir de um local você obrigatoriamente perde um pouco da sua identidade ou se você não tinha e você abandona aquilo e sai em busca do novo, um novo que talvez supra aquela angústia que tanto te incomodava.

Por outros, se você é maduro você é capaz de identificar que cada um dos que passaram em seu caminho te ensinou algo. Além disso, um laço foi formado e independente de onde você estiver, você sempre carregará esses sentimentos com você.

Às vezes tomamos um rumo, mas não sabemos ao certo, nem porque seguimos este fluxo e, por questões que podem ser diferentes, ao longo de sua jornada. E você acaba por inibir suas vontades e desejos por conta de uma situação momentânea, ou vontades e esforços alheios.

É claro que quando você finalmente para e percebe ou tenta perceber o que são as coisas que mexem com você, o que eu realmente amo, o que me motiva e assim por diante, pode não ser tão agradável, mas ao mesmo tempo, é libertador. Nada como o feeling: Como não percebi isso antes?!

Por isso, digo com muita paz e amor no coração (quase uma hippie) (Momento Gilberto Gil – Vamos fugir) que é muito bom quando um novo ano se vai, um novo ciclo é finalizado e decisões e objetivos são formados. Alguns desfechos são elucidativos e mesmo que não tenham explicações concretas fazem completo sentido.

Acho que depois que parei e entendi que tudo que vivemos são lições que nos fazem crescem espiritualmente, mentalmente, fisicamente, independente da nomenclatura atribuída, lições nos melhoram como seres humanos.

O melhor sempre é viver o presente, entender o passado e visualizar o futuro. Vivenciar o momento e correr atrás dos seus objetivos faz diferencial. Quando temos companhias prazerosas, melhor ainda.

Quero finalizar o meu ano de 2012 dizendo que todas as pessoas que passaram momentos comigo, foram especiais em todos os sentidos, queria agradecer a companhia ainda que deixassem a desejar né… E desejar a todos melhores anos e mais sucesso e que nunca deixem que nada atrapalhem a essência de vocês, sejam sempre vocês e tudo dará certo!

“Tin Tin”

Um abraço

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